Diante do infinito deitava
Suspiros de medo misto de tudo
Vontade de nunca mais ter que esperar
Deixar-se morrer ali mesmo
Era o que de fato tinha.
Mas que esperança tem quem ama
Se não a virtude da espera
Seja do que não veio
Seja do que não virá nunca
Mas espera lembra esperança
Depois da chuva dizem vir a bonança
Mas na verdade o que surge
É o belo arco íris
Que embeleza e colori
Exatamente ali na ponta do horizonte
Esperança
de quem se dispõe a amar
É pro horizonte infinito olhar
e com coração apertado
esperar...esperar...
Reflexo d'Alma entre sonhos e delírios


1 comentários:
Esperança...Sempre no coração
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