Reflexão em Essência Compartilhada

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014


Ficar quieta no seu canto
Por um tempo sem tempo
Cuidar das tarefas
Esquecer não aceitar
Contar seus pesadelos a
Estranhos
Dessa gente sem rumo
E também sem lembranças
Ela já viveu sozinha a vida toda
Já chorou escondido
Sem nunca ter deixado ninguém perceber
Ser ela uma pessoa e
Mais que isso
Alguém normal
Pois gente chora
Ri
Fala bobagens
Comete erros e
Ate precisa pedir perdão e desculpas
Essa menina pode ate ter crescido
 Mas nunca vai acreditar em perfeccionismo
Ou tudo dar sempre certo até o final
Na verdade a imaginação
É sua companheira e com ela
É possível brincar sempre
E ser gente com contentamento
Há castelos
Nuvens
Bem como desamores
Amores e paixão
A menina não que rum burrinho
Como aquela do poema de -----
Ela quer partilhar suas alegrias e tristeza
Com aqueles que ela mesma escolher
Pra ela é simples
Já para muitos é
Entregar a ouro a quem
Não
Porem a Menina não ouve
Ninguém e continua a seguir
Seu instinto e a voz de seu coração
Catiaho Alc.
10062901014


Obs.: poema citado é o Menino Azul da Cecília Meireles (http://pensador.uol.com.br/frase/MjIzNzc2/) 

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