Reflexão em Essência Compartilhada

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Doce lembrança sem pressa

Quero escrever sem presa
Sem calculo
Mas com intensidade
Ontem me pus a experimentar uma doce pêra
para poder entender o que me foi passado por meu amigo de alma.
""Nunca senti o eu dizem, que ao saborear uma pêra""
disseram :“Sente-se o prazer do doce na areia dissolvendo na boca”
Adoro pêra madura fiz a deliciosa experiência.
Mas confesso foi por na boca e,
entrei de imediato no túnel tal qual o que entrou Rubens Correia um dia antes de
entrar no paco para encenar Artaud. Em um artigo ele disse ter ouvido gritarem:5 minutos!
Ele se pos em posição de prestar atenção e ali o portal se abriu e ele sentiu o cheiro do mato, o cheiro da terra de onde em criança correu e viveu... ele não se contendo entrou...Vou ver o restante da historia com certeza e ponho aqui a tarde.
Mas eu também senti assim ao saborear aquela pêra... lembrei de meus 11 anos la em Teresópolis, região serrana do Rio,família pobre de tanta coisa ...mas eu rica de imaginação e de um ingenuidade que sinto saudades.E íamos em grupo ate as chácara para pedir exatamente peras , peras duras, uma qualidade de pêra que tem por característica o sabor doce e sua polpa dura,tem-se que morder com força...
Ahh lembrei de como era bom levar a s bolsas cheias e comer ate ter dor de barriga.
O gosto doce dessa pêra que saboreei ontem pra lembrar foi um fio condutor pra uma
outra boa recordação de uma infância que deixou tantas cicatrizes mas que também deixou lindas lembranças como essa.
Hoje terei que saborear outra pêra macia pra saber de fato o que me foi perguntado e escrever um poema descritivo sobre.
Mas tal qual Rubens Correia também escuto o grito: 5 minutos, mas eu voltei a tempo de fazer
o café, estou escrevendo sem tomar café!
Olhem isso!
Catiaho Alcantara 08.55

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