-head-content'/> Catiahô Reflexod'Alma : outubro 2010

Reflexão em Essência Compartilhada

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

As vezes,mas só a vezes

As vezes,
mas só as vezes
sinto a vida como uma roupa
que não quer entrar.
Da uma agonia danada,
uma vontade de nada.
Quando é a roupa 
fica facil, 
so  fazer dieta,
mandar pra costureira
ou dar pra quem de fato 
sirva.
Mas e a vida?
Que na verdade nem é nossa,
muitas vezes só nossa é
na pra prosa,
pro encanto pra  fazer
rima na  poesia?
Ha dias como hoje
que minah vida não se encaixa.
Vontades não tenho
de nada.
Olhar pra tras,
retroceder 
e a vontade que doi mais.
Quando uma roupa não encaixa
tento e depois pra 
la eu a deixo.
E quando é minha vida
que faço com essa dor
que me corta a alma
e me aperta
o peito?
Catiaho Reflexo d'Alma




domingo, 24 de outubro de 2010

Queria versos...

Poderia ter um verso novo,
porém não o tenho.
Ainda que tantos livros leia hoje,
 os versos não me vem.
Mesmo que a mente  tenha palavras e palavras
nenhuma me é sentida como verso.
Porque versos não são simples desabafos,
nem elaboradas rimas.
Versos são momentos que cristalizados
 brotam da alma do poeta.
Esse que em estado de graça ou de desgraça
apenas como  que semeando 
  os espalha ...
Seja  com seres que o lerão.
Ou simplesmente como o vento que
somente passa...
ou ainda com a natureza que calada 
contempla,
como a Lua que simplesmente lá do de seu trono 
vê o Poeta que encantado 
versa seus versos
fazendo o mundo sorrir.
Hoje queria ter  versos assim
mas não os tenho por isso não desdenho;
Somente os espero  virem a mim.

Catiaho Reflexo d'Alma  entre sonhos e  delírios





sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Esse é um blog exclusivamente de poesia,porém o silvio do Palhaço Poeta postou algo que me moveu de dentro pra fora,sendo assim tendo o tamanho certinho desse espaço,, post o comentario que o texto fez fluir...o texto em questão esta aqui : http://palhacopoeta.blogspot.com/2010/10/poeta-eu.html

Sabe... entendo que quem nasce poeta, já nasce sendo. hoje falava com meu filho e com meu marido sobre arte. Meu filho músico,meu marido ator em essência e diretor de teatro por oficio, eu poeta. Meu filho disse que prefere ser prático.O marido disse que prefere ser objetivo, sem rodeios. Eu disse:Pois bem cada um com sua arte, eu não consigo apreciar uma obra de arte junto ao seu pai,ele é técnico vê detalhes,registra fallhas,tem pressa e quer perfeição. Você quer resultados e reconhecimento. Eu...desejo apenas perceber as nuances, sentir o momento e me por a descrevê-lo. Somos parte do universo...e não troco meu tempo diante de uma tela por nenhum conceito que tenha que ser emitido. Que será então ser poeta? Meu marido quando quer me afrontar diz que não é poeta,mas sim tem lampejos poeticos.Não tenha a menor duvida que é ponto de atrito entre nós.Todos querem ser colunistas,jornalistas ,escritores.Gera status...mas poeta? Por tudo isso Palhaço Poeta,nessa quinta estive aqui e disse que voce escreve belamente de forma metafórica... confesso que ainda não li seu texto da forma que ele merece ser lido.Mas deixo aqui minhas primeiras impressôes ...quero tentar olhar na direção certa... depois da correria,de volta a Pasargada volto nesse post. 
Reflexo d'Alma Bjins entre sonhos e delírios

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