-head-content'/> Catiahô Reflexod'Alma : janeiro 2012

Reflexão em Essência Compartilhada

domingo, 29 de janeiro de 2012


LÁGRIMAS DE VIDRO
silvioafonso

Chove uma chuva miúda, daquelas que escorrem na vidraça.
Molha como as lágrimas que
eu chorei no dia em que tu te foste.
Chovia a chuva da tristeza e sobre a mesa a tua carta de despedida. Não 
quiseste saber de mim e com a minha
dor, tu pouco te importaste.
Não quiseste olhar nos meus olhes e dizer na minha cara que
dos meus beijos enjoaste. Não
quiseste sentir, mesmo que pela última vez, o calor e o
perfume do meu corpo. De uma
coisa, no entanto, tu jamais
te livrarás; é do momento em que falavas da tua vida,
dos teus erros e pecados, e
quando tu pensavas que eu te puniria, segurei teu rosto em
minhas mãos e beijei teus lábios como surdo, sem querer saber de
nada.
.................................................................................................................(Foto da Internet)


LÁGRIMAS DE VIDRO
silvioafonso

Chove uma chuva miúda, daquelas que escorrem na vidraça.
Molha como as lágrimas que
eu chorei no dia em que tu te foste.
Chovia a chuva da tristeza e sobre a mesa a tua carta de despedida. Não 
quiseste saber de mim e com a minha
dor, tu pouco te importaste.
Não quiseste olhar nos meus olhes e dizer na minha cara que
dos meus beijos enjoaste. Não
quiseste sentir, mesmo que pela última vez, o calor e o
perfume do meu corpo. De uma
coisa, no entanto, tu jamais
te livrarás; é do momento em que falavas da tua vida,
dos teus erros e pecados, e
quando tu pensavas que eu te puniria, segurei teu rosto em
minhas mãos e beijei teus lábios como surdo, sem querer saber de
nada.
.................................................................................................................(Foto da Internet)

domingo, 1 de janeiro de 2012

De Sonho a Devaneio



De um ponto ao outro

Como estrela cadente riscando o céu

Sigo em encantamento

Esquecendo de por os pés no chão



A vida parece louca

Cada um puxando pra si

Aquilo que comunmente

Chamam de solicitar atenção



Gosto da vida simples

Do sonhar sem intenção

Posso sentir o gosto da boca

Que um dia já me foi intenção



Se chove o se faz sol

Dentro do peito há só alegria

Há o sabor do encanto

Do sonho sem perder a razão



São versos hoje tão simples

De quem em poesia crê

E que de amor e fantasia

Não deixa a rotina viver



Cadê Ser é uma imensidão

Uma cor no Arco Iris, uma estrela cadente no céu

Cada um grão de areia

Eu do amor meu só amar e devoção



Reflexo d’Alma so delirando

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