-head-content'/> Catiahô Reflexod'Alma : maio 2010

Reflexão em Essência Compartilhada

sexta-feira, 28 de maio de 2010

No Rumo

 Poema do meu livro reflexo d' Alma

lançado em janeiro de  010 e  no momento 
egostado aguardando a segunda edição.
                                                                                            No rumo

Das folhas soltas
 Viaja meu pensamento
      Quem
 me dera que um vento forte
Levasse-me nesse momento.
Tenho vontade de ir
Seguir e não voltar mais
Confesso que já não agüento Esperar pelos dias finais.
Sou uma presa da vida
Que sempre me diz o que fazer
Sou livre por natureza
Que me ensina a me refazer
Espero que o vento no rosto.
Traga-me um frescor sem igual.
Liberdade! 
Liberdade!
Vem correndo... 
meu futuro é teu sinal.
Catiaho Alcantara 

terça-feira, 25 de maio de 2010

Fio da vida na mão

Puxo o fio da meada
Deixo tudo enrolar.
Digo quero, não querendo.
Deixo ver pra saber como vai ficar.
Do ser humano espero pouco;
Já quis mais , confesso que desisti.
Fazem e prometem
Mas morrem na hora de cumprir.
Vou assim levando a vida
Deixando a onda me levar.
Amo quem me ama;
Esqueço quem diz de mim só gostar.
Vou onde o vento sopra.
Danço com quem me tirar pra dançar.
Sei que sou mais que suficiente
Pra quem as costas não me virar.
Sigo filha da vida,
Dona do meu coração.
Medida pro meu desejo,
Segredo que não abro mão


Catiaho Reflexo d' Alma

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Várias caras

"Tenho várias caras. Uma é quase bonita, outra é quase feia. Sou um o quê? Um quase tudo."Clarice Lispector

Tenho tantas  caras que nem sei
Se alguma delas sou quem sonhei.
Porém sei  que cada uma
cumpre na vida seu papel.
Mas há uma que não deixa duvida
Essa éa  de quem nasci pra ser.
Cara que não pede:manda.
Que impõe seja o que for
desde que tenha razão,
essa é a cara que diz quem sou.
Já tive cara de coitada.
Cara de com licença por favor.
Nada com elas obtive
se não  desprezo e desrespeito.
Mas também tenho a cara de satisfeita,
da que com o prazer se encontrou.
Não tenho cara de bandida
mas mantenho a cara de quem amou.
Seja que cara eu lhe pareça
saiba que tenho várias a meu sabor,
menos de remorso , 
pois essa comigo nunca ficou.
Se olhar bem pros meus olhos
saberá  de fato que cara tenho.
Só não ouse indagar
que cara tem o amor. 
Pois amor se guarda no peito
 e a cara é certo que não importou.
Minhas caras tem seus efeitos
mas  dizem quem na verdade Sou.
Não são feias nem bonitas;
porém sim as caras do Reflexo que sou.
mas são somente simples versos de
Catiaho escrevendo  bobagens sem compromisso 
com cara de quem aprontou!(huahuahua)

Bjins entre sonhos e delírios


segunda-feira, 17 de maio de 2010

O pouco do melhor de mim

 Diante da vida e do que sinto quero neste post fazer um carinho na direção de alguém que é importante pra mim hoje.
Conhecemos muita gente nesse mundo das artes, mais ainda nesse universo chamado poesia. De uma forma magica tenho a sorte e o privilégio de conhecer um ser autêntico,que não mede  palavras ao se expressar e me parece que em nada que faz na vida, alguém sem meias palavras.Da mesma forma que eu  não me envergonho de dizer publicamente o que sinto,se sinto. E por isso dedico meus melhores versos de toda vida.Foram esses  meus primeiros versos em 1997.Ainda sem me saber poeta,virgem de noção de minha capacidade  criativa e poética em dias de surtos e delirantes como nos que passo nos últimos dias. Confesso-me virgem em muitos outros aspectos da vida e talvez nunca deixe de ser em outros.Hoje  dedico a você querido amigo Guara Matos com carinho esse versos ; simbolista que sou tenho como marco e e parte do melhor de mim.

Pequenos rostos

São tantos pequenos rostos
     São tantos pequenos traços
       São tantos infindos poros
          São rostos alegres ou tristes
              São traços de amor ou ódio
São poros que exalam os odores da vida
São rostos
     São traços
        São poros
           Visíveis
              Presumíveis.
Mas os corações são mistérios enterrados
E as almas prisioneiras invisíveis.
Ah!
    Se...
       Se... se pudesse trazer à tona
            Os corações e as almas...
               E torná-las visíveis
                  Presumíveis
                     Então o mundo seria diferente
                                      Feliz.
                                 Com rostos e traços
                                     Trazendo pelos poros
                                        O restante do bendito
                                                  Hálito da vida.
                            Então...

                              Seriam...
                                  Muitos rostos felizes!
                                         Muitas almas cristalinas
                                              Muitos traços
                                                    Realçados
                                                       Trans... pi... ran... do
                                                           Res... pi... ran... do
                                                                    VIDA!

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Não...

Não tenha medo de refletir
Não o refletir, pensar, ponderar.
Mas o refletir repetir, transparecer, rebater,
Como acontece no espelho...
Onde nos projetamos e nos...
               Es... pa...lha...mos...
                     E nos tornamos dois exatamente iguais.
                        E se... o vidro quebra
                           É... pedaço pra todo lado
    Não.
        Não...
            Não!


            Não tenha medo de refletir
                De se dividir com alguém.
                  Não só se dividir se projetando em pequenos pedaços
           Se tornando pequenas cópias de si mesmo.
              Mas dividindo o espaço pequeno,
                  Sendo generoso consigo,
                     Com o outro...
          Não tenha medo...
                Refletindo consigo, comigo...
                          Refletindo... Refletindo...
                                              Refletindo... Refletindo...
----



 

Só... só... só...
     Estou só, mas não sozinho.
         Estou só, sem laços hipócritas que embaracem
            meu caminho.
Só... só... só.
         Estou só, mas não estou abandonado.
              Estou só, mas cercado por ideais possíveis.
                 Só... só... só.
Estou só, sinto a solidão que trás consigo a liberdade.
      Estou só, mas detenho em mim o direito de ir e vir.
          Só... só... só.
                Estou só e determino os traços do meu caminho.
                    Estou só, mas muito perto de mim.
                      Estou só, mas cercado do que desejo pra mim.
Só...
      Bendita...
            Só...
                li...
                      dão.
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Lembranças e saudades

Me lembro dos dias vazios
        Das noites escuras
             Do pé no caminho...
                 Me lembro do grito distante,
Dos ventos errantes
      Cantando sozinho.
           Me lembro dos sonhos sonhados
              Da brisa no rosto
                   Do futuro bem vindo.
                      Hoje as lembranças são saudades
                         Da tenra idade
                               Do ontem que se perdeu...
Catiaho Alcantara 

textos parte da Obra Reflexo d' Alma lançado em 23 de  Janeiro de 2010

terça-feira, 11 de maio de 2010

Tudo depende de mim



Hoje levantei-me cedo pensando no que tenho a
fazer antes que o relógio marque meia-noite...

É minha função escolher que tipo de dia vou ter hoje.
Posso reclamar porque está chovendo...

ou agradecer às águas por lavarem a poluição.
Posso ficar triste por não ter dinheiro...

ou sentir-me encorajado para administrar minhas finanças,
 evitando o desperdício.
Posso reclamar sobre minha saúde...

ou dar graças por estar vivo.
Posso queixar-me dos meus pais por não me terem dado
tudo o que eu queria...

ou posso ser grato por ter nascido.
Posso reclamar por ter que ir trabalhar...

ou agradecer por ter trabalho.
Posso sentir tédio com as tarefas de casa...

ou agradecer a Deus por ter um teto para morar.
Posso lamentar decepções com amigos...

ou entusiasmar-me com a possibilidade
de fazer novas amizades.
Se as coisas não sairam como planejei,
posso ficar feliz por ter hoje para recomeçar.

O dia está à minha frente, esperando para ser
o que eu quiser.
E aqui estou eu, o escultor que pode dar forma.
Tudo depende só de mim!
Por Charles Chaplin












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Adeus só Adeus...


Lembra do momento exato do adeus
Não havia outra palavra que encaixasse
Algo tão perfeito que nada soava melhor

Adeus

Simplesmente
Adeus sem lágrimas
Sem porquês só

Adeus

Saída sem olhar pra trás
Sem necessidade de nenhum outro desfecho
Que não a simples palavra tal qual um ponto final

Adeus

Simplesmente adeus
Sem lágrimas nem porquês

 Adeus

Sentimento que até aquele momento
Tudo que havia de ser dito já o fora
Qualquer esboço estragaria o gran finale

Adeus

Simplesmente adeus
Sem lágrimas  ou porquês

Adeus

O que restou então?
Nem lembranças
 boas ou más

Adeus

Simplesmente adeus
Sem lágrimas  ou porquês

Adeus


Apenas restou seguir em frente
Porque o vento já levou até a última
Sílaba desse simples momento exato

Adeus

Simplesmente adeus
Sem lágrimas  ou porquês

Adeus


Catiaho Alcantara Reflexo d’ Alma 

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Trans-gressão Inver-são


Gritos

Silêncios
Carne rasgando
Coração trancado

Pecado
Perdão
Vontades no controle
Limite esboçado

Alma
Calma
Alma que se inquieta
Calma que não convém

Transgressão
Mergulho
Rompimento de toda e qualquer barreira
Saltar sem rumo e de olhos vendados

Verdade
Intensidade
Um completa o outro
Surre a li da de

Catiaho Alcantara Reflexo d’ Alma 

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