-head-content'/> Catiahô Reflexod'Alma : junho 2010

Reflexão em Essência Compartilhada

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Homens Meninos ou Meninos Homens...todos só Gente.

 Era o mundo dos meninos, 
dos que ainda não sabem o de que fato querem,
nem mesmo da vida nada sabem,
mas acham que sim.


Porém esse mundo que deveria ser ilimitado
apesar de todo futuro a diante
se desfaz  como as nuvens acima
de nossas cabeças.

Os meninos inconstantes,irreverentes,
somente da boca pra fora.
Pois pra tudo ainda dependem 
de outro  alguém.

Na verdade um mundo de faz de conta.
Um jogo de palavras mal cruzadas,
Num mundo de faz de conta
facilmente esquecido.

Já no mundo dos homens adultos;
todos são firmes, fortes,fechados.
Heerméticos resistem a toda e qualquer
forma de aproximação.

Reagem,repelem,repelem 
Afastam com atos,palavras,reações.
Inatingívies quase
soberanos,super humanos.

Mundo esse de pedra.
Mas pedra de gelo,
Que em algum momento se dissolve,
se desfaz em suor
 ou lágrimas.

Do ponto observado
nota-se que sendo homens meninos 
ou homens adultos,cada um aguarda
seu momento.
Um espera 
o amadurecimento
o outro 
maturidade.

As mulheres que  compartilham  
do mesmo mundo apenas fingem 
que não os veem como de fato são:gente.
Reflexo d' Alma 0025 de 24 de junho de 2010






imagens retirada do google




"Gosto do modo carinhoso do inacabado, do malfeito, daquilo que desajeitadamente tenta um pequeno vôo e cai sem graça no chão.
Clarice Lispector"

terça-feira, 15 de junho de 2010

Divagação

A mente tão louca se nega.
O senso tão censo renega.
A razão nessa hora se apega.

Há o grito que já se perdeu.
Bem como a vontade desapareceu.
Nem mais sabe como tudo se deu.

Se foi a vida que enquadrou
Ou se a responsabilidade que feneceu.
Talvez do sonho só reste acordar

Vida que conduz a um quase nada.
Responsabilidade que hoje só somada;
Ou então pesadelo que desaguou

Nessa hora tudo fica tão finito.
O céu tão longe ...infinito
E a vontade de nada ouvi ter dito.

Catiaho Alcantara
A mente tão louca se nega
O senso t

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Hoje acordei "Margarida" POSTADO NO BLOG ESPELHANDO SEXTA FEIRA 14 DE MAIO DE 015


Ahh hoje estou só...só.
Só como uma margarida
que branca ,
que pura
Se encontra ali sem guarida
Sem proteção,
e exposta
importa
e se porta
e se impõe.
Ahh... hoje acordei tão 'Margarida"
Bem explicita
implícita...
assim sem pudores de ser só ela,
assim sem nada esconder.
Ahh hoje
Saudade é meu nome
Saudade tem seu nome
Saudade é fome
é Abandono do ser.
Saudade hoje sou eu...
Sem você.
Assim...
Como uma bela margarida
que mesmo cercada por outras
É sempre vista sozinha
Destacada, quase isolada.
Ahh ...
hoje acordei assim Margarida
E sigo meu dia sozinha
ai ai....
e você?

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Repostagem que adoro :Ânsia...

Tenho ânsia
De tudo que se move,
tudo que respira
que tem
vida.
Ânsia de
tocar,
de ver,
sentir.
Só assim a
vida
vale à
pena,
pois mostra
que a
alma não
é
pequena.
Tenho
ânsia,
desejos
vontades
e verdades.
Amar
requer
coragem ,decisão...
atitude.
Sou.
Quero.
Tenho.
Amo.
Me dou.
Tudo na mesma
proporção.
Catiaho Alcantara1012071109

Dança das Mãos


A mão estendida e espalmada espera já por algum tempo que uma outra dela se aproxime.
Então depois de algum tempo de uma espera ate mesmo angustiante
E solitária chega ao final quando uma outra mão vai se aproximando ate que se encontram.
A magia que acontece é algo extraordinário porque as mãos se tocam levemente desvendo um universo desconhecido como textura da pele, acabamentos das unhas, divisas de casa dedo, linhas que desenham o centro das mãos. E assim prosseguem ate que as costas das mãos se tocam e sentem os pelos e uma linda dança se faz e se refaz a cada instante ate que...as duas mãos se encontram definitivamente se tocando de forma coesa e assim de uma forma deliciosamente encantadora se entrelaçam fortemente de uma forma tão tocante que não precisam mais estar próximo para eram vistas juntas.
Ele apenas são apoio mutuo
Beleza na junção
Leveza no toque suave.
E agora essas mãos não vivem uma sem a outra dependem-se mutuamente
São mãos de poetas que amam e se amam e que não só as usam para escrever como também para transcrever sentimentos que captam da alma
Mãos entrelaçadas que se encontraram no ato da criação do ser.
Mãos.
Mãos.
Mãos apenas mãos

Catiaho Alcantara

sábado, 5 de junho de 2010

Beijos que são beijos são assim...


Com certeza aquele fora o beijo mais
intenso qu
e já recebera.
Não era apenas uma boca na outra.
Era um mundo em busca do outro,
mas com tanta força

que talvez pudesse ser comparado aqueles tornados que se formam nos lugares bem adiante das pessoas e da forma como surge ,
vem tomando todo espaço

por onde passa
sem pedir licença.
Só passa dominando
e não há nada

que se possa dizer ou fazer.
Até que da mesma forma que veio vai.
Assim foram aqueles beijos:
devastadores,
incontroláveis ,
infinitamente incomparáveis.
A outra boca não respondeu,
nem revidou
apenas deixou-se por instantes
ser completamente tomada...
arrebatada.
Mas usufruiu tão intensamente
deixando-se devastar sem reação.
Foram instantes profanamente
comparados á eternidade.
Ao dia que o sol parou
ou mesmo ao momento exato de um eclipse.
Tão significativo quanto à visão
de uma estrela cadente.

Beijos que são beijos tem esse poder
de deixar na outra boca mesmo que inerte
o gosto pra nunca mais ser esquecido.
Nessa fração de tempo nada mais existiu,
nem importou ;senão as duas bocas
querendo ou não
uma só,
mesmo que por instantes ,
porém eternos.
Beijos que são beijos são assim...
inesquecíveis.
Reflexo d’ Alma entre sonhos e delírios
Com certeza aquele fora o beijo mais intenso que já recebera.
Não era apenas uma boca na outra.
Era um mundo em busca do outro,
mas com tanta força
que talvez pudesse
ser comparado aqueles tornados que se formam nos lugares bem adiante das pessoas e da forma como surge ,
vem tomando todo espaço
por onde passa
sem pedir licença.
Só passa dominando
e não há nada

que se possa dizer ou fazer.
Até que da mesma forma que veio vai.

Assim foram aqueles beijos:
devastadores,
incontroláveis ,
infinitamente incomparáveis.
A outra boca não respondeu,
nem revidou
apenas deixou-se por instantes
ser completamente tomada.
Mas usufruiu tão intensamente
deixando-se devastar sem reação.
Foram instantes profanamente
comparados á eternidade.
Ao dia que sol parou
ou mesmo ao momento de um eclipse.
Tão significativo quanto à visão
de uma estrela cadente.

Beijos que são beijos tem esse poder
de deixar na outra boca mesmo que inerte
o gosto pra nunca mais ser esquecido.
Nessa fração de tempo nada mais existiu,
nem importou ;se não eles.
Beijos que são beijos são assim...
Reflexo d’ Alma entre sonhos e delírios

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Escrever pra mim é assim...

Escrevo versos
por puro instinto,
por sobrevivência
como quem respira...
aspira e inspira.
Confesso que quase nada
me é tão essencial.
Busco reter a essência do sinto
e transcrever
sem rimas,
sem métrica,
sem pontuação
ou qualquer preocupação.
Talvez como a delícia de dos atos proibidos...
Se ímpeto,
de repente,
sem controle,
sem rédeas.
Penso que o que sinto
não obedece a regras,
ainda que me seja cobrado
não consigo que a gramática seja
mais importante que a palavra
essência do sentir.
Entendo que haja tudo isso
mas não me dobro,
não me cobro
nem me recinto se o fazem.
Escrevo por instinto
parecido com
quando amo
intensamente
ou como quando me
entrego
ao gozo.
Quando me permito ser
Egoísta
.
Plena.
Inteiramente
Sem reserva.
Escrever pra mim é assim...
como eu mesma sou e não consigo e
não quero ser outra.

Reflexo d' Alma entre sonhos e delírios

Escrevo versos como quem respira.
Confesso,
confesso que quase nada me é tão essencial.
Busco reter a essência do sinto
e transcrever
sem rimas, sem metrica, sem pontuação .
Sem redeas.
Penso que o que sinto
não obedece a regras
ainda que me seja cobrado
não consigo que a gramatica seja
mais importante que a palavra.
Entedo que que haja tudo isso
mas não me dobro
e não me cobro
sem me reicinto s e o fazem.
Escrevo como amo
como quando me entrego ao gozo
plena
inteira
sem reserva.



Escrevo versos como quem respira.
Confesso,
confesso que quase nada me é tão essencial
quanto escrevr.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Pra Não Dizer Que Não Falei Das Flores

Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Somos todos iguais
Braços dados ou não
Nas escolas, nas ruas
Campos, construções
Caminhando e cantando
E seguindo a canção...
Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer...(2x)
Pelos campos há fome
Em grandes plantações
Pelas ruas marchando
Indecisos cordões
Ainda fazem da flor
Seu mais forte refrão
E acreditam nas flores
Vencendo o canhão...
Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer...(2x)
Há soldados armados
Amados ou não
Quase todos perdidos
De armas na mão
Nos quartéis lhes ensinam
Uma antiga lição:
De morrer pela pátria
E viver sem razão...
Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer...(2x)
Nas escolas, nas ruas
Campos, construções
Somos todos soldados
Armados ou não
Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Somos todos iguais
Braços dados ou não...
Os amores na mente
As flores no chão
A certeza na frente
A história na mão
Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Aprendendo e ensinando
Uma nova lição...
Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer...
Geraldo Vandré

Porque há o direito ao grito.Então eu grito."  Clarice Lispector

Pois bem, quero compartilhar aqui o que tento calar e que tentam não ouvir.
Que vocês amigos da blogosfera e leitores, porque poucos são amigos de fato na essência do que significa porem muitos  são de fato leitores.
Quero marcar essa semana que começou hoje domingo quando fecho algo que define meu futuro profissional.
Tenho poucos com quem contar e menos ainda com quem compartilhar
O mundo se faz surdo,mas não sou mais muda ,nem mais sou o ser  que jogava o olhar pro chão com medo da vida,muito mudou em mim nesses  últimos 12 meses e mais nos exatos 30 dias e mais de 21 de maio em diante.
Falando em surdês  e atitude  a verdade é que há uma parábola num livro que  tenho por  bússola e que  respeito; diz que :
Certo homem de bem se preparou pra dar uma grande festa,convidou a sociedade local,pessoas ditas dignas e de bem.Mas só que a alegria era só do cidadão que desejava compartilhar seus tesouros e conquistas.Cada um convidado pra se esquivar de estar com ele deu sua desculpa,uma mais esfarrapada que a outra e assim não sobrou ninguém na lista que se dispusesse dividir com ele a mesa farta.Então ele magoado por dentro,mas firme por fora mandou que os empregados fossem as ruas e trouxessem todos que encontrassem pelo caminho.
- Mas como todos?Indagaram os servos.
- Todos literalmente,sem escolha.Quero a casa cheia de quem quiser vir.
Assim os servos foram e vejo bem como numa cena de Hair(que adoro):A casa enchendo de gente de todo tipo,mas todo tipo mesmo.Mendigos,andarilhos,bêbados, prostitutas,meninos e meninas de rua....
A casa ficou cheia de gente pronta pra sobreviver.
O dono da casa não precisou se explicar,a casa era dele e não importava quem ele era.
Ele alegre e feliz já na entrada dizia :
-Sejam bem vindos minha casa hoje é também de vocês.
Segundo minha imaginação essa foi uma noite feliz e farta para todos,.
Ninguém armado de defesas ou disfarces,ainda que alguém tivesse um faca ou canivete não se sentiu ameaçado pra usar.
Na verdade todos se "viam" como" iguais "e o "respeito" gerou a "harmonia".
Me vejo literalmente dentro dessa parábola nesse exato momento da vida.
Tenho algo bom que me acontece:tenho um tesouro e fiz escolhas pra dividir ,porém não fazem caso.
Se a escrita é minha voz , então faço desse post minha festa e compartilho com todos da blogosfera.
Se escritores conceituados, com livros lançados ou não, se jornalistas estudados ou não, se poetas ou não, se simples ou sofisticados em suas escritas pra mim são todos pessoas.gente como eu.
Porém,não sabem quem sou além da minha escrita aqui e eu sei o mesmo de todos.Porque a escrita é nosso elo.Por isso não pensem que os comparo aos personagens da parábola em classe social,mas sim  na categoria "gente" que é que o todos somos e o que importa "de fato .Por isso divido agora com todos que passarem por aqui pra me ler ,o que não quiseram ouvir ao pé do ouvido .
Quero quero que sejam participantes minha alegria.
Hoje é dia de dividir, de celebrar,de sentar ao redor da mesa e relembrar que tentei,porém não me deram a honra e a destra da companhia,não os que eu quis comigo por opção.
Creio que cansei de tentar me explicar e de tentar ...
Não se preocupem em postar comentários de preocupação, sou grata mas estou bem de verdade.

Hoje é tempo de celebrar...esse hoje pode durar dias semanas...depois é tempo de calar.
Mas depois só vem depois...
Celebremos juntos o hoje com um bom vinho e um brinde !
Meu brado :Comamos e bebamos Hoje, porque Amanhã(no futuro distante ou não)morreremos todos....
Linda semana pra nós entre sonhos e delírios
Catiaho Alcantara Reflexo d' Alma
DEIXO CLARO QUE A PARÁBOLA É USADA DE FORMA A FIXAREM A METÁFORA.
NÃO COMPARO OS CONVIDADOS DO PERSONAGEM COM NINGUÉM DA BLOGOSFERA QUE ME LÊ.

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